
Mas que semana de doudos (habituem-se, agora que voltei a morar cá p'ra riba, vou voltar a usar palavras como doudos, riba, caleiras, etecetera e tal) que eu tive!
A períodos de maior cansaço físico e psíquico já estou habituada, mas este ano a coisa não está nada famosa. Às vezes não me reconheço.
Para não variar, nesta, como noutras alturas idênticas, só me apetece desligar o botão da realidade; entregar-me ao marasmo absoluto; ignorar o toque do despertador pela manhã bem cedo e esquecer palavras como responsabilidade, trabalho, planificações, aulas, trabalhos, toques, trabalhos de casa, testes, critérios de avaliação, actas, reuniões, inspecções, comportamento, encarregados de educação, colegas, etc; partir rumo a um destino de sol (e não me falem da Madeira, que eu até vos trucido, a Madeira não conta, ok?!), ter uma vida mais vida (!), sei lá.
Um dos maiores relaxantes que tenho tido nos últimos dias tem mesmo sido ler blogues de uma ponta à outra e ver horas a fio de televisão.
Viver sem Tv cabo continua a não se revelar má escolha: vejo o noticiário à noite, uma ou outra reportagem que passe, algumas das séries da 2 em simultâneo com Viver a Vida, da Sic (aos anos que eu já não seguia uma novela!) e uns filmezitos que vão passando na 1, na 4 ou, de vez em quando, em DVD. Hoje estou particularmente deliciada com as possibilidades: depois da novela, que acaba lá para as 00:15, poderei ver
The Starter Wife, na TVI. Yay!
E amanhã, apesar de trabalhar o dia todo como uma moura, é sexta-feira. E eu juro que nunca na minha vida gostei tanto de sextas-feiras como hoje em dia.